Blog RH | 26 Outubro 2017

Externalização de Processos Empresariais – EPE

EPE

EPE (Externalização de Processos Empresariais): permitir que os RH se expandam e se centrem na gestão de talento

A externalização dos processos de pagamento permite que o departamento de RH invista mais recursos numa das suas missões estratégicas: o desenvolvimento do talento. A gestão da mudança é a peça-chave do êxito na consecução desta transformação da atividade principal dos RH.

Da gestão de salários à gestão do capital humano

Externalizar uma parte ou a totalidade da gestão de salários permite que o departamento de RH invista mais recursos noutros processos com um maior valor agregado: a seleção de pessoal, a formação, a gestão de competências, o controlo de programas de excelência operativa com os diretores, etc. Estas áreas de ação contribuem diretamente para o desenvolvimento do capital humano da empresa.

Que efeitos esperar?

É necessário antecipar e controlar esta revolução na missão dos departamentos de RH, o que implica, especialmente, a formação dos profissionais de RH envolvidos. Em relação aos gestores, implica a implementação de um módulo de gestão do talento no seio do SIRH por eles impulsionado, e ainda alterações significativas em termos de atividades. Realizar uma manutenção anual, fazer um balanço das capacidades do seu grupo, identificar a formação necessária…devem integrar-se todas estas atitudes, utilizando as ferramentas colocadas à sua disposição pelo departamento de RH. Estas ferramentas também envolvem mais os funcionários e transformam o seu relacionamento com os aspetos que dizem respeito aos RH.

Proceder por etapas e apoiar a transformação

Para além do departamento de RH, toda a empresa, consequentemente, será afetada pela instauração de um projeto de EPE. Como controlar os riscos e assegurar o êxito da empresa? Cuidando especialmente do processo de gestão da mudança, desde a fase inicial até à fase de implementação e acompanhamento. A experiência demonstra que é mais prudente proceder por etapas: começar pela externalização dos salários e, depois, num segundo momento, integrar a gestão de talento e capacidades no SIRH.

E a si, o lançamento de uma EPE de pagamento de salários permitiu que se concentrasse mais na gestão de talento? Poderia partilhar a experiência adquirida?